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quarta-feira, 13 de abril de 2016

O que uma policial do Bope aprendeu no Godllywood

O que uma policial do Bope aprendeu no Godllywood

Policial Militar do Mato Grosso do Sul relata experiências positivas adquiridas por meio do grupo



“Meu nome é Rosimeire Andrade de Oliveira, tenho 32 anos e sou policial militar há 11 anos. Há um ano trabalho no Batalhão de Operações Policiais Especiais do Mato Grosso do Sul (Bope).
Entrar no 'Godllywood' para mim foi uma grande conquista. O grupo fez com que eu me enxergasse 'grande' e tirou de mim todo complexo de inferioridade que me acompanhava desde a adolescência. Eu me achava feia, não tinha segurança nenhuma em nada que fazia e me sentia incapaz de fazer qualquer coisa bem-feita.
Aprendi muito durante o Rush, principalmente fazendo a leitura dos livros que eu escolhi e da Bíblia. Quando li Nos Passos de Jesus, do Bispo Macedo, aliado à leitura da Bíblia, passei a controlar as palavras pronunciadas. Entendi que devemos vigiar o que falamos, porque o que proferimos pode ser uma fonte de bênção ou de maldição.
É impossível o Espírito Santo não transformar a vida daquele que está realmente disposto a mudar. Nossa mudança é de dentro para fora e nosso exterior reflete como está nosso espírito. Digo isso porque sempre usei roupas curtíssimas como forma de mostrar meu corpo e esconder o vazio que existia dentro de mim.
O Rush me mostrou quanto uma mulher pode demonstrar poder, beleza e mistério estando bem vestida, proporcionado segurança a si mesma, como diz Cristiane Cardoso em um de seus livros.
Uma coisa que eu não fazia, por medo de ser criticada, era postar mensagens de fé. Hoje sei da grande importância que é evangelizar nas redes sociais. Agora eu tenho prazer em postar mensagens e já vi alguns resultados com isso. A intenção não é receber o maior número de curtidas, mas que o Espírito Santo fale com alguém por meio da mensagem postada.
Não poderia deixar de falar de uma grande conquista familiar. Ao longo dos anos, meus pais e eu nos distanciamos muito. A ternura e o carinho foram se perdendo e só conversávamos o necessário – isso quando não estávamos discutindo por qualquer coisa. Quando comecei a fazer os desafios do Rush não tive dificuldades inicialmente, mas quando as metas envolviam meus pais sentia que teria que travar uma luta contra mim mesma.


Quando chegou o último mês, havia a tarefa Surpreender. Então conversei com Deus e pedi para que Ele me mostrasse o que eu deveria fazer. No mesmo momento recebi a resposta dentro de mim: eu deveria falar que eu amava meu pai e demonstrar carinho. Confesso que não foi fácil. Relutei, ensaiei para falar com ele, mas aconteceu.
Numa certa manhã disse a ele que gostaria muito que ele parasse de beber porque eu o amava e queria o bem dele. Ele se emocionou muito, afinal, há anos não trocávamos palavras de afeto. Foi uma sensação maravilhosa e senti um alívio imenso.
Como escreve Cristiane Cardoso no livro A Mulher V, as pessoas mudam quando a gente muda. Foi o que eu aprendi. Precisei mudar meu comportamento, meu temperamento e controlar minhas reações para então cuidar dos meus pais. Hoje eles estão indo à igreja comigo.
Além das experiências já citadas, aprendi a necessidade de estarmos diariamente nos alimentando das coisas de Deus para permanecermos firmes na guerra dia após dia e a não nos importarmos com o julgamento das pessoas porque, se o Senhor Jesus não nos condena, em hipótese alguma devemos aceitar acusações de alguém.




Mulheres voluntárias de fé da UNIVERSAL na Fundação CASA.
 A Importância do trabalho Evangelístico realizado pela UNIVERSAL nas Unidades da Fundação Casa. 



O grupo de voluntários da UNIVERSAL na Fundação CASA coordenado pelo Pastor Geraldo Vilhena.
Realiza importante trabalho dentro das unidades da Fundação Casa em todo o Estado de
São Paulo. Trabalho este, que consiste principalmente em levar a libertação espiritual
Dos adolescentes .Sabemos que  existe um espírito do mal agindo na vida destes jovens, se eles não forem libertos totalmente desta influência maligna de nada ira adiantar, pois assim que saem em liberdade serão novamente usados a cometer crimes e envolverem-se com trafico 
e as drogas.




Então o grupo atua fortemente na questão da libertação espiritual primeiramente. Depois de libertos geralmente são tocados em seus corações a aceitar Jesus Cristo como seu Salvador e Redentor  então  aceitam o  batismo nas águas e depois o levamos buscarem o batismo no Espírito Santo.


Então durante a semana e também aos domingos são realizados cultos
De libertação para estes jovens em todas as unidades da Fundação Casa.
Os Voluntários sempre iniciam a reunião com uma oração forte de liberação
Com imposição de mãos. Para que o jovem possa estar livre das influências
Que o mal atua em suas mentes



 Logo em seguida ministramos uma palavra de FÉ para que tenham o entendimento da palavra de DEUS. E finalizamos sempre com uma oração pelos adolescentes e suas famílias.



Ao final do culto é passado um estudo sobre o Livro a Passos de Jesus escrito pelo Bispo Macedo.
Este estudo utilizamos como uma atividade extra para que os jovens possam
Ter um maior entendimento do processo de libertação.
Através deste estudo. Eles fazem também um resumo sobre o estudo , assim é possível avaliar como está sendo absorvido o estudo pelos adolescentes.


E a nossa recompensa maior por este trabalho e ganhar estas almas para nosso


SENHOR JESUS CRISTO diz os voluntários.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Quantas desculpas você tem dado para não mudar?

Quantas desculpas você tem dado para não mudar?

Ludmilla, a primeira cadeirante a fazer parte do Godllywood, conta sua história de vida

"Ser exemplar no falar e no comportamento, discreta na aparência, um exemplo positivo em casa, no trabalho e na escola, corajosa e humilde para aceitar correção e mudar e construir uma fé sólida em Deus prometendo olhar o lado bom das pessoas." Esse é o voto que milhares de mulheres no mundo fazem ao ingressar no Godllywood.


A proposta parece ótima, mesmo assim muitas mulheres colocam inúmeras limitações para aceitar se tornarem pessoas melhores e seguem vivendo guerras interiores sem resultados positivos, além das consequências de seus maus hábitos. Elas recuam diante de algo que as ajudará a crescer, amadurecer e se desenvolver em todos os sentidos da vida.
Mas recuar não foi a atitude de Ludmilla Cecílio, de 24 anos, a primeira cadeirante a participar do grupo. E, apesar de ter muitos motivos para desistir, ela reforçou a ideia do Godllywood, que é de se superar em todos os momentos.
"Eu sempre fui 'popular', era a mais engraçada, animada, a que chamava atenção e as pessoas sempre queriam estar perto de mim. Contudo, era uma jovem rebelde com a mãe, que bebia muito, fumava, mentia, não gostava de estudar", conta.
Sua mãe, Ana Maria Ferreira Cecílio, de 47 anos, lembra como se sentia diante de tanta rebeldia da filha. "Me sentia mal, triste e angustiada", relata.
Mas um acidente mudou completamente a vida da jovem no auge dos seus 17 anos. Em dezembro de 2007, mesmo contra a vontade da mãe, Ludmilla saiu para mais uma balada. "Subi na moto e o motorista arrancou. Quando pegamos a estrada, ele olhou para trás para falar comigo e não prestou atenção e a moto foi para outra pista. Dali saiu um carro e, sem tempo de desviar, nós caímos e eu apaguei na hora", relembra.






O acidente a deixou tetraplégica. "Após o acidente, comecei a olhar minha vida. Eu sabia que dali para frente eu precisaria mudar." Não foi um processo fácil, mas as mudanças, apesar de lentas, foram acontecendo na vida de Ludmilla, até que ela teve um encontro com Deus e viu sua modificação. "As atitudes que tomo diante das situações são diferentes de antes. Hoje eu consigo ouvir a Deus e sei esperar o tempo dEle".
A transformação interior foi tão grande que ela queria mais e não recusou o convite para fazer os desafios Godllywood. "O que mais gostei foi literalmente ser desafiada a ser melhor para o meu Deus, para mim mesma e para todos ao meu redor." Logo depois, decidiu se inscrever no Rush (período de avaliações para entrar no grupo) e passou por mais uma preciosa lição: "Aprendi a não desistir, tenho que tentar antes", diz.
Nenhuma tarefa a intimidava. A mãe reconhece as mudanças. "Depois do Godllywood, ela está mais dedicada, compreensiva e meiga." Carla Leite, responsável pelo grupo no Rio de Janeiro, conta que a força de Ludmilla chamou sua atenção. "Ela não tem pena de si mesma e tem uma alegria contagiante. Não se limita e sua fé a faz chegar onde muitos não conseguiram, pois desistiram no meio do caminho."
O exemplo de superação a fez ter uma experiência que achava não ser possível estando em uma cadeira de rodas. "Eu achava que só poderia ser um exemplo e ajudar alguém se eu estivesse de pé. Nunca imaginei ser um exemplo estando em uma cadeira de rodas. Sempre achei que só seria quando meu milagre acontecesse. E Deus me mostrou que tudo posso, pois Ele é minha fortaleza e que muita gente precisa do meu testemunho para ver que nosso maior inimigo é o nosso eu."

































IURD distribui Bíblias na Fundação CASA-SPFamiliares e internos recebem exemplaresAgência Unipress InternacionalSÃO PAULO - A Coordenadoria Estadual de Evangelização em Unidades da Fundação CASA, através da Igreja Universal do Reino de Deus, tem como principal objetivo proporcionar meios para que o adolescente receba formação espiritual necessária para que haja mudanças em seu comportamento. Pensando nisso, distribuiu recentemente milhares de Bíblias para os internos e seus familiares. De acordo com o pastor Geraldo Vilhena, é primordial proporcionar meios para que os adolescentes e seus familiares exercitem a fé. Além disso, ao longo do ano são realizadas reuniões semanais nas Unidades e eventos que têm por objetivo a integração entre as famílias. "Procuramos a conscientização de todos sobre a importância de resgatar os valores da família e da formação do jovem para a sociedade", ressalta o pastor Geraldo Melo de Vilhena, coordenador Estadual em evangelização em unidades da Fundação Casa (antiga Febem).