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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Mulheres podem ser mortas para servir de alimento para os maridos

 Mulheres podem ser mortas para servir de alimento para os maridos

Direito foi concedido na Arábia Saudita em casos de fome extrema






A permissão bizarra do xeque Abdul Aziz bin Abdullah (foto) tem causado a indignação dos defensores de direitos humanos. O líder islâmico autorizou o ato canibal de homens comerem partes do corpo de suas próprias esposas. Segundo Abdullah, no caso de ser atacado por uma fome extrema, que o faça temer pela sua saúde, o homem pode alimentar-se de uma parte ou de todo o corpo da sua mulher. Para o xeque, a decisão representa "o sacrifício das mulheres e a obediência aos maridos".
De acordo com o Daily Mirror, a fatwa – pronunciamento emitido por um especialista em lei religiosa islâmica – garantiu o direito aos sauditas, como “prova do sacrifício das mulheres e o desejo do casal de se tornar uma só carne”.
Apesar de a notícia ter percorrido as redes sociais e sido destaque em importantes jornais do mundo, as autoridades religiosas da Arábia Saudita rapidamente desmentiram a veracidade da lei. Essa não é primeira vez que o líder islâmico gera polêmica. Recentemente, ele afirmou que todas as igrejas cristãs no Oriente Médio deveriam ser destruídas. Ele também disse que a rede socialTwitter era a “fonte de todo o mal”.
Amarrações públicas e humilhações
Os direitos femininos são notoriamente escassos na Arábia Saudita. O país é o único do mundo a proibir as mulheres de dirigir. Se infringirem, elas são presas e o carro é confiscado. Entre tantos vetos, as sauditas não podem viajar ou abrir conta bancária sem um acompanhante masculino.
No início deste ano, todas as apresentadoras de televisão do país tiveram que aderir a um rigoroso código de vestimenta islâmica. Quanto à vida política, até 2011 as mulheres não podiam votar e muito menos se candidatar a algum cargo público. As punições para quem não cumprir uma lei inclui amarrações públicas e humilhações.
A Bíblia diz:
“... Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que O teme e faz o que é justo Lhe é aceitável.” Atos 10.34,35
A UNIVERSAL leva a cura dos vícios na Fundação CASA

Nos últimos tempos em todo o universo, tem acontecido coisas espantosas como catástrofes naturais, guerras,doenças,fome e principalmente o avanço das drogas no meio da sociedade.
Quando nos falamos sobre drogas,  nos ficamos mais revoltados contra as forças do mal, pois é ele que é o responsável por qualquer tipo de vícios. Uma pessoa viciada, ela só pode se livrar desta maldição, com a fé sobrenatural. Ela pode até ficar em uma clínica fazendo terapia, tomando remédios mais meus amigos tudo temporário, este temporário pode durar até mais de dez anos em qualquer momento em uma emoção forte ela vai com certeza usar a maldita droga.
Meus amigos não tem outra saída se não se libertar deste espírito do vício através da fé no Senhor Jesus.



Foi o que aconteceu em um sábado a tarde em uma  unidade da Fundação CASA de São Paulo, voluntários da UNIVERSAL junto com o pastor Geraldo Vilhena,realizaram palestras e orações de libertação para curar os jovens internos da Fundação CASA do vício das drogas.





Esteve presente Amauri ex-traficante que se libertou em uma  corrente de fé na sexta-feira na UNIVERSAL, agora é palestrante e ajuda os jovens internos da Fundação CASA.

Um outro palestrante chamado Robson de Freitas, ex-usuário e ladrão de carro e motos também liberto em uma das reuniões da UNIVERSAL, ajuda os jovens internos com a sua história passada do crime e como foi a sua saída 


No final foi servido a todos refrigerantes, doces e sorvetes para todos.



A UNIVERSAL agradece a assessoria de imprensa  da Fundação CASA e Diretores da unidade vila Maria Paulista,  junto com os funcionários e abençoa a todos em nome do Senhor Jesus 

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Mulher que sofreu estupro coletivo na Índia será julgada

Mulher que sofreu estupro coletivo na Índia será julgada

Quem é a vítima?






Uma jovem indiana – que por questões legais não pode ter o nome revelado – de 23 anos de idade foi sequestrada e estuprada repetidamente por cinco homens. Durante os 8 meses que passou no cativeiro, esteve longe de seus dois filhos pequenos e do esposo, da família e da sociedade. Quando, enfim, foi libertada, carregava no ventre o fruto da sua dor. Em breve, grávida, ela será julgada pelo crime que é acusada de ter cometido.
“Se eu estiver errada, então a deusa (entidade em que acreditam) dirá a eles”, afirmou ela em entrevista à rede BBC.
Acontece que na comunidade devipujak onde vive, no oeste da Índia, todos são muito religiosos e suas crenças ditam as leis e os costumes da realidade. E, para eles, a mulher estuprada por outro homem comete adultério.
A jovem vivia na casa dos sogros, com esposo e filhos, mas todos foram expulsos. Para a casa dos pais dela também não podem ir, pois se a criança que ela espera nascer, a família toda será excluída da sociedade, inclusive os irmãos adolescentes da moça.
A solução? Ela deve se purificar.
O julgamento
Nessa comunidade existe um ritual imposto a mulheres: elas são julgadas (geralmente por adultério ou quando os esposos acreditam que estão mentido) por cerca de 200 pessoas. Um sacerdote pergunta o que quer saber da mulher e, após as respostas, pega um punhado de sementes de cevada.
A ré tem que adivinhar se o número de sementes é par ou ímpar. Acertando, assume-se que ela diz a verdade. Errando, ela está mentindo. Equilibra então uma pedra de 10 quilos sobre a cabeça, enquanto o sacerdote volta a fazer perguntas. A pedra deve ficar lá até que os julgadores acreditem na inocência da moça. “Às vezes leva meses para purificar, pois a pessoa está inicialmente mentindo, mas a deusa sabe de tudo e eventualmente elas precisam falar a verdade”, explicou um ancião da região à rede BBC. “Quando a garota é purificada e passa no teste, ninguém pode criticar a família ou deixá-la no ostracismo. Mas se a garota não passar no teste e a deusa disser que ela não é pura, então ela pode ser isolada da comunidade.”

Vítima ou culpada?
Ela foi sequestrada, abusada e a sociedade não a apoia, deixa a sua vida à sorte de sementes de cevada. O ritual, chamado de “purificador”, trará apenas mais sofrimento para a moça.
Esse é um exemplo extremo, assim como o caso do estupro coletivo ocorrido dentro de um ônibus, também na Índia, em que o culpado afirmou que a vítima mereceu ser abusada. No entanto, a violência contra a mulher está no mundo inteiro e pode ser bastante sutil.

São palestrantes hoje do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos, porque foram curados em um reunião na UNIVERSAL.






Quando jovem aos 13 anos, meus amigos ofereciam as drogas eu sempre dizia não, mas chegou um momento por curiosidade dentro da Escola comprei a cocaína e provei. Comecei a ficar dependente dadroga e na seqüência roubar para manter o vicio.Passei por varias situações durante 10 anos no mundo do crime e das drogas,as coisas que não pratiquei no crime , foi matar e seqüestrar
Quando estava drogado sentia-me corajoso, forte com ar de heroísmo, eu lembro que éramos cinco na quadrilha 04 morreram eu fui o único que restou e sem uma parte.
do meu corpo. DEUS livrou minha vida e hoje pela sua graça estou aqui para dar esta palestra. Muitas pessoas da Igreja, obreiros me falavam de JESUS CRISTO, mas.
Eu dizia que o meu DEUS era as duas pistolas que carregava na minha cintura.

























Que o Senhor Jesus abençoe a todos.