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domingo, 12 de junho de 2016

Como ser vaidosa com equilíbrio?

 Como ser vaidosa com equilíbrio?

Não se deve dar prioridade à beleza para agradar aos outros
















Muitas mulheres fazem loucuras em nome da estética. Elas chegam ao extremo porque pensam: "Eu tenho que ser assim como essa modelo." E são capazes de sentir dor, sofrer, dormir menos e ficar passando fome só por causa da estética, da preocupação excessiva com a aparência exterior.
O pior é que elas fazem o que fazem não por elas próprias, mas pelo que os outros veem ou falam delas. Isso é o extremo da estética e não dá certo. Quando criamos um corpo ou uma personalidade diferente da nossa, para agradar aos outros, corremos o risco de não conseguir, porque nunca vai estar bom.
Porém, quando fazemos algo para nós mesmas, dá certo, e ainda nos sentimos bem, porque não fizemos para agradar a alguém, mas a nós mesmas.
Se você está procurando a felicidade, saiba que não é a estética que vai lhe dar. Quantas mulheres não querem ser felizes por meio da plástica? Há algumas que até morrem em nome dessa vaidade. A beleza não traz felicidade a ninguém e a busca incessante por ela só traz insatisfação.
Aliás, você sabe o que quer dizer a palavra vaidade? De acordo com o dicionário Aurélio, significa: qualidade do que é vão, ilusório, instável ou pouco duradouro, desejo imoderado de atrair atenção, coisa fútil. É isso que você quer ser? Uma pessoa fútil, vã e que tem uma beleza que dura tão pouco?
Diversas vezes já pensei que nós tínhamos de ser vaidosas. Mas falo de um tipo de vaidade de querer se sentir bem, de ver se está bem maquiada, bem arrumada, enfim. Mas isso não é vaidade, é ter cuidado próprio. É diferente das mulheres que querem chamar atenção de forma negativa, quando fazem de tudo para atrair os olhares masculinos. Isso sim é vão e fútil.
Você acha mesmo que é dessa maneira, por meio da beleza, e só pela beleza, que vai conquistar o seu marido, o seu príncipe encantado? Se você pensa assim, está enganada, porque não devemos dar prioridade à beleza.
No entanto, também não há como nos esquecermos dela. Priorize outras coisas em sua vida, mas não deixe a beleza completamente de lado, pois isso pode afetar outras áreas de sua vida, principalmente a sentimental.
Agora, você deve estar se perguntando o que deve fazer para não ser extremista, não é? É simples: diga não à vaidade e sim ao seu cuidado próprio. Seja você mesma e procure melhorar a cada dia. Não se deixe pressionar por aquilo que a sociedade diz que é bonito, tentando ser outra pessoa, porque cada uma tem a sua beleza, a sua própria identidade.





Vícios de drogas estão acabando com a sociedade, mas a UNIVERSAL luta com todas as forças para curar este vício.

O grupo UNIVERSAL na Fundação CASA coordenado pelo Pastor Geraldo Vilhena vem realizando importante trabalho evangelístico de libertação dos adolescentes em regime de internato e semi-internato nas unidades da Fundação Casa no Estado de São Paulo.
Neste ultimo domingo foi à vez da unidade São Luiz(CASA 1) na zona Sul de São Paulo o grupo organizou-se para levar importante palestra sobre drogas aos internos da casa
A cantora Cristina Miranda primeira tecladista mulher da Igreja Universal inicia o Evento com suas canções e louvores para animar aos jovens e a todos os presentes.

O Amauri ex-traficante inicia a palestra sobre drogas dando testemunho de sua trajetória no mundo da criminalidade e do trafico de armas e drogas. Ele permaneceu nesta situação durante 10 anos de sua vida.
Mas usando a Fé em Jesus Cristo e também com ajuda de sua mãe
Que já intercedia pela sua vida através de orações e propósitos na Igreja Universal. Teve a força vinda do Senhor Jesus e deu um basta naquela situação. Hoje está liberto e com sua vida transformada.

O depoimento de Robson de Freitas relata que o alimento do mundo da criminalidade são as ilusões, e estas são passageiras porque o preço a ser pago é muito alto e geralmente envolvendo os familiares e amigos próximos.
O Robson igualmente passou por todo o processo no mundo do crime e das drogas e também teve que pagar o preço perdendo parte de sua perna. O que foi muito doloroso; pois seu sonho
Era ser jogador de Futebol, mas o mal que atuava em sua vida levou seu sonho. Mas não pode levar sua vida, hoje está liberto com a vida restaurada com sua família abençoada por DEUS.
Robson ressalta que todo adolescente pode mudar de vida e escrever uma nova historia, basta usar a Fé no Senhor Jesus e ter o desejo de libertação da mal aliada à disposição de mudança abandonando o mundo das drogas e da criminalidade.




 Encerrada a palestra o Pastor Geraldo Vilhena afirma que sempre por trás das ações criminosas existem forças do mal e foi este mal que tomou conta da vida de vocês jovens levando-os a realizar grandes crimes.
Se você jovem entender que o seu problema e espiritual. Para resolver este problema meus jovens só com a fé no Senhor Jesus. Então convida aos jovens a ficarem de pé e diz você quer a sua libertação então feche os olhos e pense no nome do Senhor Jesus e foi feita a oração da fé.



Os voluntários também ajudaram na oração de libertação.




Foram servidos deliciosos bolos preparados com muito carinho pelas obreiras voluntárias do grupo Universal na Fundação Casa, e também refrigerantes e sorvetes a todos os adolescentes e funcionários presentes.










Uma maquina de algodão doce foi instalada  para todos os presentes.








Podemos confirmar que foi um evento abençoado onde pôde ser levada uma direção e orientação da parte de DEUS a todos os internos da casa.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Os homens sabem identificar as emoções femininas?

 Os homens sabem identificar as emoções femininas?

Saiba quais as implicações para o relacionamento do casalMuitas mulheres reclamam da falta de sensibilidade masculina na hora de compreendê-las. E o que muitas delas já sabiam, na prática, foi confirmado pela ciência. De acordo com uma pesquisa da Universidade de Edimburgo, na Escócia, os homens não sabem identificar emoções ou o que se passa na cabeça feminina apenas olhando para o rosto e demonstram mais dificuldade na tarefa em comparação com as mulheres.

A conclusão foi baseada na análise de fotos de rostos por voluntários de ambos os sexos e pelas impressões que cada um tinha sobre as imagens. Os cérebros dos participantes foram escaneados e o tempo de resposta foi medido. Os voluntários precisaram responder primeiro se a foto era de um homem ou de uma mulher e depois dizer o quanto inteligente a pessoa parecia. Depois, precisaram fazer julgamentos sobre a personalidade de cada um.
Na primeira etapa não houve diferenças significativas entre as respostas masculinas e femininas, mas quando chegou a hora de formularem suas impressões os homens demonstraram muitas dificuldades. Os testes revelaram que a região do cérebro responsável pelos julgamentos sobre as emoções ficaram muito mais irrigadas nos voluntários masculinos, o que aponta que eles precisam se esforçar mais para chegar a alguma conclusão.
Qual a implicação para o relacionamento do casal?
Fica claro que, no dia a dia de um casal, muitas mulheres acabam esperando que seus parceiros tenham a compreensão do que se passa com elas apenas olhando. Há situações em que muitas delas se decepcionam com seus companheiros, em virtude de algum erro cometido por eles, mas, ainda assim, os perdoam. Porém, demoram a esquecer o que ocorreu e costumam trazer à tona o assunto quando há alguma crise, mesmo que pequena. 
Em seu blog, o bispo Renato Cardoso, explica que é preciso compreender que homens e mulheres são diferentes para agir e reagir em diversas situações. “Os cérebros feminino e masculino são bem distintos e, por isso, homens e mulheres se comunicam de maneiras diferentes e cada um tem suas peculiaridades”, afirma.
Segundo ele, o homem é mais prático. “Costuma pensar de forma linear e separar bem as coisas. Consegue isolar o erro cometido de todo o resto, pedir perdão e olhar para frente, dando o caso por resolvido.”
O bispo destaca que o homem precisa entender que a mulher é emotiva e mais lenta para esquecer e superar o passado. “O homem deve trabalhar de forma que as atitudes presentes dele não façam a esposa lembrar-se do que passou. Em vez de ficar irritado com a mulher, precisa dar o tempo necessário para que ela possa recuperar-se.”
A compensação do lado feminino é entender que a emoção é a forma errada para resolver problemas. “É péssima para a comunicação. A ferramenta certa é usar a razão, a inteligência para se expressar com clareza e com o objetivo certo”, esclarece o bispo.

































Filhos das internas da Fundação Casa.

Por Andrea Dip andrea.dip@folhauniversal.com.br
Uma porta pesada de ferro se abre. Um guarda, um detector de metais e uma cabine blindada aparecem. Mais alguns passos, e o barulho da porta se fechando identifica que daquele lugar não entra e sai quem quer. Um caminho de concreto, mais algumas portas, mais um ou dois guardas, mais um portão fechado. Através das grades é possível ouvir bebês e vozes de adolescentes. Lá, o clima tenso desaparece e, às vezes, dá para esquecer que se está em uma Unidade Feminina de Internação Provisória (UIP) da Fundação Casa, ex-Febem. Em poucos metros quadrados funciona a Casa das Mães, que separa adolescentes grávidas e com bebês das outras internas. Ao todo, a unidade abriga 118 meninas de 12 a 20 anos incompletos, e o tempo médio de internação é de 1 ano e meio. No momento da visita, algumas meninas pintavam quadros, outras faziam pães e doces em uma grande cozinha. K., de 16 anos, era uma delas. De avental branco e sorriso largo, ela conta que “rodou” (foi pega), junto com o marido, de 48 anos, por tráfico de drogas e está na UIP há 9 meses. “O juiz disse que ele me usou. Mas eu acho que ninguém usa ninguém, vai por esse caminho quem quer”, diz a jovem, que entrou grávida de 4 meses e teve a filha num hospital conveniado à Fundação. “Eu entrei dizendo: ‘vou traficar, a vida do crime é isso mesmo’. Agora, penso na minha filha, em como vai ser.” Até março de 2006, as meninas que entravam grávidas na Fundação Casa eram levadas a um abrigo assim que os bebês nasciam e lá ficavam com os filhos por 4 meses. Após esse período, as mães voltavam para a internação e os filhos iam para a família da menina ou para um orfanato. Grande parte das meninas fugia e nem voltava para a Febem. A Casa das Mães, com 12 vagas, não supre a demanda de todo o Estado, mas é a única em São Paulo e possibilitou que os bebês fiquem com as mães até o final da medida sócio-educativa. “Aqui é feito o pré-natal, há acompanhamento psicológico. Os bebês são tratados no posto de saúde da região, tomam as vacinas e não lhes faltam alimentos, roupas e estrutura”, conta Maria Isabel Melo, diretora do Internato Feminino, que fica no bairro da Mooca, zona leste da capital paulista. As roupas e brinquedos chegam através de doações e, por vezes, são trazidos por familiares das meninas. Ali, os bebês ficam 24 horas ao lado das mães. O quarto grande é coletivo, com berços ao lado das camas. As meninas lavam a própria roupa e a dos filhos, ajudam na comida, na limpeza e têm oficinas de panificação, manicure e, a mais procurada, de bordado. Maria Isabel explica que as adolescentes que chegam grávidas têm geralmente o mesmo histórico: “O tráfico é o motivo mais comum. Geralmente, é por amor. Elas se envolvem na vida dos companheiros e quando elas vêm para cá, eles são presos. A maioria já tem filhos de outros relacionamentos”, diz. Essa é a história de J., 17 anos. Há poucos dias na unidade, está grávida de 38 semanas e conta que deixou uma filha de 3 anos com a mãe. Esse é seu maior sofrimento. “Minha mãe cuida bem, mas disse que não vem me visitar nem trazer minha filha, porque preciso pagar pelo que fiz. Entrei para o tráfico porque era o caminho mais rápido para comprar as coisas que eu queria. Mas nem de perto é o caminho mais fácil”, diz, amadurecida pela realidade. E para o futuro? J. faz uma pausa de silêncio enquanto mexe na longa trança de cabelos negros: “Quero conhecer pessoas que me ajudem não com dinheiro, mas com um ombro. Quero cuidar da minha família, dos meus filhos”. E o pai? “O pai da minha filha é do crime. E o pai do meu filho está preso”. Para o psicólogo Rubens Maciel, as meninas que vão para a Fundação Casa têm a família desestruturada ou vivem em situação de miséria. “Elas saem de casa porque o convívio com os pais e irmãos é degradante, violento. E, não encontrando segurança em casa, vão procurar esse carinho em um namorado que também vem de uma situação semelhante”, explica. Por esse quadro caótico, Maciel acredita que a situação dos bebês que nascem atrás das grades é relativa. “Se você comparar com a rua, eles estão em uma situação melhor, porque nada falta, estão num ambiente seguro. Mas, se comparada à situação de uma família estruturada, eles estão em uma condição pior, porque estão privados de liberdade por um delito cometido pela mãe”. É o caso da bebê de G. (de 18 anos), interna há 1 ano e 4 meses. “Ela está engatinhando e quer ir para fora, vai até o portão e quer sair”, conta. O caso dela é o mais grave entre as oito meninas que ocupam a Casa das Mães. Após alguma resistência, conta que cometeu latrocínio, roubo seguido de morte. Ela também estava com o marido no momento do crime e ainda tem 3 ou 4 meses como interna para cumprir. Quando sair, pretende ir morar com a sogra no interior e aceitar qualquer trabalho. “Não posso ficar escolhendo, né?”, diz a adolescente. Sobre sonhos e o futuro, elas não falam. Dão respostas vagas. O fato é que as meninas estão entrando para o crime cada vez mais cedo. Em 2000, a idade média das internas era de 18 anos. Hoje, as meninas “rodam” com pouco mais de 15. E descobrem, nas palavras de J., que esse caminho é “rápido, mas nunca fácil”. Berçários e creches nas prisões O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, no fim do mês passado, uma lei que garante condições mínimas de assistência a mães presas e recém-nascidos. O texto determina que as penitenciárias femininas tenham berçários onde as mães possam cuidar e amamentar os filhos até, no mínimo, 6 meses depois do nascimento. A lei assegura ainda que haja acompanhamento médico pré-natal e pós-parto. Até então, as detentas ficavam com os bebês até os 4 meses de vida e depois davam para a família ou para abrigos, dependendo da situação. As prisões deverão também ter creches com profissionais qualificados para abrigar crianças de 6 meses a 7 anos, cuja mãe esteja presa e seja a única responsável. A autora do projeto, deputada Fátima Pelaes (PMDB/AP) ressaltou à imprensa que a lei é uma “obrigatoriedade de que realmente os presídios femininos disponham de um atendimento à mãe e à criança”. Fátima, que nasceu em um presídio e viveu nele até os 2 anos de idade, afirmou também que: “Toda mulher tem direito de ser mãe e toda criança tem direito à convivência com essa mãe, ao carinho e ao afeto. Isso faz diferença na vida dos dois.”

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Mais vitalidade





Mais vitalidade Para a cabeleireira Ana Cleide, proprietária de duas unidades de um instituto de beleza em Guarulhos, na Grande São Paulo, a procura por tratamentos mais intensivos, nesta época do ano, é bastante comum. Contudo, ela garante que alguns cuidados básicos são imprescindíveis para manter a beleza dos fios. Confira: • Lavar os cabelos em dias alternados, caso não sejam oleosos. • Usar sempre água morna. Se estiver quente, seja breve e jamais os desembarace embaixo do chuveiro. • Antes de usar o secador de cabelos, passe algum produto específico para proteger os fios, evitando que se quebrem ou fiquem danificados por conta do ar quente. • Jamais durma com os cabelos molhados. • Procure fazer, semanalmente, uma higienização capilar (limpeza profunda dos fios e do couro cabeludo), num salão de beleza. • Faça hidratação para devolver a umidade natural e os nutrientes dos cabelos, uma vez que as chapinhas, secadores e produtos químicos removem a umidade.






Projeto UNIVERSAL na Fundação CASA





























Ação social na FUNDAÇÂO CASA (ANTIGA FEBEM)IURD ajuda na ressocialização de menores da Fundação CasaAgência Unipress InternacionalSÃO PAULO - Voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus de todo o Brasil visitam, diariamente, unidades da Fundação Casa. Em São Paulo, cerca de 150 pessoas acompanham o pastor Geraldo Vilhena, – responsável pelo trabalho no Estado – nas reuniões realizadas nos locais. Segundo dados da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência (SEDH/PR), no Brasil, o número de menores infratores que cumpre pena aumentou em 28%, entre 2002 e 2006. Em média, há nove adolescentes em regime de internação para cada um em regime semi-aberto. São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará são os Estados com maior execução para este regime. Com o objetivo de ajudar na reintegração desses jovens na sociedade, há sete anos a IURD conta com a ajuda de voluntários de todas as áreas para a realização do trabalho espiritual. Durante os encontros, os internos recebem uma palavra de fé e de esperança. “Nós oramos para que eles sejam libertos dos problemas espirituais e possam receber a presença de Deus”, diz o pastor Geraldo. Semanalmente, são distribuídos cerca de três mil exemplares da Folha Universal e mensalmente mil livros e duas mil revistas Plenitude, para que os adolescentes possam conhecer, de uma forma diversificada, a Palavra de Deus. O grupo também organiza palestras sobre saúde da mulher – nas unidades femininas –, higiene e educação, além de oferecer doações e amparo aos familiares dos internos. No mês passado, cerca de 200 famílias do Complexo do Brás receberam lanches, roupas, calçados e brinquedos. “Durantes esses eventos, procuramos conscientizar todos sobre a importância de resgatar os valores da família, da formação da criança e do adolescente para a nossa sociedade”, explicou o pastor, acrescentando uma palavra de fé aos que estão sofrendo por terem algum parente sendo escravizado pelo mundo do crime: “Disse o Senhor que se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”, finalizou. 

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Rímel para que TE QUERO

Rímel para que TE QUERO

Confira as novidades e as diferenças entre as máscaras para cílios


Acertar na escolha do rímel e ficar com os cílios iguais aos de uma boneca não é tão fácil quanto parece. Há quem dedique preciosos minutos em frente ao espelho para passar doses generosas do produto, mas, quando vai conferir a maquiagem, as pestanas estão grudadas e cheias de bolinhas nas extremidades.
Já outras, desacreditadas das promessas milagrosas das máscaras, apelam para o temido curvex (curvador de cílios) de maneira errada e quase perdem os fios. Mas o que fazer nessa hora tão complicada? Não vale chorar, já que não queremos estragar a maquiagem, não é mesmo?
O jeito é respirar fundo e pôr em prática as dicas que a Folha Mulher traz para você nesta semana. Conversamos com Gabriela Sato, maquiadora de São Paulo, que conta os segredos para conquistar cílios impecáveis. “É preciso ser paciente, não se incomodar em perder alguns minutinhos para passar mais uma camada desde a raiz e não economizar. O indicado é repetir o processo de duas a três vezes e esperar o rímel secar após a aplicação de cada camada para que os cílios não fiquem grudados”, aconselha.
A maquiadora ainda revela truques que podem potencializar o resultado. “Indico usar diferentes tipos de aplicadores, conforme a necessidade. O primer, por exemplo, pode ser usado antes da máscara. Ele é incolor, alonga e dá volume”, pontua a expert.
Já as que gostam de novidades podem deixar de lado o uso de muitas máscaras e ficar com uma só. Trata-se do rímel vibratório, o assunto do momento. “Ele separa os cílios, dá volume e se torna melhor do que os outros modelos de aplicador porque acumula funções.” Confira nos quadros as dicas. Elas são fundamentais para acertar na escolha do rímel. A maquiadora ensina para que servem e como tirar proveito das diferentes cerdas. Afinal, segundo a maquiadora, “a fórmula é importante, mas é a escovinha que faz toda a diferença”.
Com cerdas cheias
Elas são indicadas para quem tem cílios longos, mas com pouco volume
Cerdas curtas de borracha e silicone
Comum em máscaras alongadoras, essa escovinha separa e alonga os fios, proporcionando o famoso efeito “patinhas de aranha”. É indicada para quem tem cílios curtos, mas com bastante volume.
Cerdas de tamanho alterado
Elas dão definição. Indicadas para quem tem cílios ralos e curtos.
Esférico ou com ponta de ouriço
A maquiadora aponta que o formato alcança os cantinhos mais difíceis e é ideal para causar um efeito poderoso. Ele é ótimo para passar desde a raiz até as pontas dos pelos.
Cônico
Pelo fato de afunilar na extremidade, é ideal para dar volume no canto externo. O resultado é o famoso efeito cílios de boneca.
Curvado
A máscara curvadora é indicada para quem tem cílios retos, geralmente as orientais, ou para cílios caídos. Se os seus são retos e sem volume, use primeiro esse aplicador com formato de C e, em seguida, o aplicador mais cheio, comenta a expert.
Como eu uso o curvex?
Viemos desmitificar a ideia de que ele é o bicho-papão do nécessaire. É verdade que é preciso ter habilidade para manusear o aparelho, mas também não é uma missão impossível.
Para Gabriela Sato, nossa entrevistada, o curvex modela, alonga os cílios, abre o olhar e dá um acabamento melhor aos pelos. Mas, questionada se há uma forma ideal de usá-lo, ela comenta que cada mulher deve descobrir o que é melhor para si.
"A maioria prefere usar antes da máscara, mas quem tem cílios muito difíceis de curvar pode usar depois. Tem também quem goste de esquentar o curvex por 30 segundos com o secador, esperar ficar morno e aplicar, o que pode ajudar a modelar melhor os cílios”, diz.

A UNIVERSAL leva na Fundação CASA o Grupo Alegria.

Nos últimos tempos em todo o universo, tem acontecido coisas espantosas como catástrofes naturais, guerras,doenças,fome e principalmente o avanço das drogas no meio da sociedade.
Quando nos falamos sobre drogas,  nos ficamos mais revoltados contra as forças do mal, pois é ele que é o responsável por qualquer tipo de vícios. Uma pessoa viciada, ela só pode se livrar desta maldição, com a fé sobrenatural. Ela pode até ficar em uma clínica fazendo terapia, tomando remédios mais meus amigos tudo temporário, este temporário pode durar até mais de dez anos em qualquer momento em uma emoção forte ela vai com certeza usar a maldita droga.
Foi em um feriado o Grupo Alegria da UNIVERSAL de Itaim Bibi esteve na Fundação CASA levando uma palavra de fé para as internas.




O pastor Ulisses responsável pelo grupo junto com os voluntários fizeram orações e atenderam cada jovem.








Também esteve presente o cantor José dos Reis da Silva Junior que animou com lindas musicas as jovens.




Para finalizar as jovens internas participaram de um lanche.



Foi um feriado diferente dentro da Fundação CASA.